Pode-se entender por inovação a busca de soluções para
pequenos ou grandes problemas, não necessariamente inventando-se um novo
produto, mas, em alguns casos, apenas adicionando novas funcionalidades a ele.
Para que isso ocorra, muitas vezes, é necessário se desapegar daquilo que já
está pronto e quebrar padrões, antecipar-se a problemas e manter-se no mercado
(PEARSON, 2011).
O modo mais
tradicional de classificação de inovação é incremental ou radical. Na
incremental, ocorre a melhoria de produtos, serviços ou processos já existentes
(PEARSON, 2011). Algumas empresas, por exemplo, adicionam novas funcionalidades
e um novo design a seus aparelhos eletrônicos, como no caso do iPod, produzido
pela empresa Apple, que inicialmente era utilizado apenas para guardar músicas
com uma capacidade de armazenamento de 5GB. Depois de algumas mudanças, passou
a usar memória flash, exibir fotos e vídeos e possuir tela sensível ao toque
(EXAME, 2011).
Na radical, há a criação de um novo produto, serviço ou
processo, revolucionando os métodos já existentes. Foi o que aconteceu com a
criação do DVD, substituindo o videocassete, trazendo uma nova tecnologia que
fez com que o pensamento das pessoas fosse de que usar o VHS seria algo
ultrapassado (PEARSON, 2011).

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